quarta-feira, fevereiro 22, 2006

Exclusivo...

Prato, Toscania. 21 de Fevereiro. 1h.

Chegada ao quarto do hotel. Telecomando. Zapping à procura de uma companhia enquanto me preparo para rever um documento.

Nenhum canal estrangeiro. Alto, MTV... Pois, MTV Italia! Não me apetece ouvir Ramazzottis.

Continuo. Ei, que é isto? O Porto?

Olha, Porto-Marítimo. E em exclusivo. Aqui...

quarta-feira, janeiro 18, 2006

OMO...


É isso mesmo. Não encontrei melhor título para comentar as Presidenciais do que aquele que me vem à cabeça quando penso nas eleições.

Desde miúdo que vejo mulheres a preto e branco à volta de um tanque publico e mais tarde, mais coloridas , num jardim de uma qualquer vivenda a dizer que o "OMO lava mais branco", enquanto estendiam lençois imaculadamente brancos.

Pois era assim que iria ficar o meu boletim de voto, caso eu votasse (se não fosse um emigra desleixado).

Alimentei a ilusão que estas eleições e, nomeadamente a comapanha, seriam diferentes atendendo ao perfil dos candidatos. Diferentes para melhor, claro está. E melhor significa um reforço da nossa participação democrática. Desiludiram-me: TODOS!!! (bem, talvez abra aqui uma excepção para o Jerónimo de Sousa).

Quando vejo o Cavaco a fugir às perguntas, com medo de desbaratar a (já tão não) confortável vantagem, o Soares desiquilibrado entre o apoio e independência do Governo, um Alegre que é uma mão cheia de nada e outra de coisa nenhuma e um Louçã a disparar opiniões supostamente avalizadas como quem manda bitaites no café ou um Jerónimo de Sousa a manter o discurso caduco (embora já com alguns traços de renovação) do salvador da pátria proletária, aptece-me olhar para o lado e assobiar.

É triste! Acredito na democracia, só me desiludo cada vez mais com os seus protagonistas.

Não voto, mas mais uma vez, numas eleições presidenciais, iria olhar desapontado para a caneta imóvel, umbilicalmente presa a esse berço da democracia, a que desdenhosamente chamamos "cabine de voto".

OMO, é o que resta.

sexta-feira, dezembro 02, 2005

Campeões, Campeões, Nós somos Campeões!!!

Vencedores da Taça Intercontinental, da Taça Toyota ou Campeões Mundiais de Clubes?

A FIFA acabou com a discussão. Campeões Mundiais de Clubes. Os ultimos no antigo formato, mas ainda assim Campeões.

Aqui fica a lista por palmarés:

E mais algumas curiosidades...

Só cinco clubes têm mais títulos mundiais que o FCP: AC Milan; Boca Juniors; Nacional; Penarol; Real Madrid.

E a lista de jogadores FCP considerados legendários pela FIFA: Mota, Pinga, Costuras, Kordnya, Correia Dias, Araujo, Azumir, Oliveira, Gomes, Seninho, Duda, Frasco, Costa, Jardel, Madjer, Paulo Futre, Maniche, Ricardo Carvalho, McCarthy, Deco.

Esta lista não deixa de ser injusta. Eu acrescentaria pelo menos mais 2, que além de símbolos da mística do clube foram/são dos melhores do mundo nas suas posições, junto com algum dos mencionados: João Pinto e Vitor Baia.

Ah, e retiraria o McCarthy e o Maniche. Falta-lhes muito para serem "legendas". Foram ou são, como a esmagadora dos que passaram pelo FCP, bons jogadores, mas não mais.

Com base em notícia publicada no site Mais Futebol

quinta-feira, novembro 24, 2005

JÁ CHEGA !!!

Podia ser o "o oito ou o oitenta" ou ainda "o pior cego é o que nao quer ver. Fiquei-me pelo "JÁ CHEGA" porque é o que melhor reflecte o meu estado de espírito.

Estou farto deste gajo!!!!!!

Oito ou oitenta:
Ou ataca desenfreadamente ou defende um resultado de 1-0 desplicentemente. A derrota em casa com um Artmedia ou o empate com o Rangers revelam estes extremos de uma equipa que, apesar de ter bastante qualidade, é vitíma da senilidade do seu treinador.

O pior cego é o que nao quer ver:
A substituicao do Pedro Emanuel deu-me calafrios. Diz-me um amigo: "Na teoria percebo. Na prática... vamos ter fé". Pois...!

Há treinadores que sao burros e percebem pouco de bola mas safam-se por um motivo - sao superticiosos. E assim conseguem descortinar coisas como que a defesa nao pode ser composta por Pepe, Bruno Alves, Bosingwa e Peixoto - é que dá azar, pensariam eles. Este nem sequer isso...

Já chega!
Discursos como "jogamos bem mas tivemos azar" ou "o 3o. lugar nao seria mau" podem funcionar muito bem em muitos sitios mas nao no FCP.

Naturalmente o PC nao o despedira até ao fim da época. Resta-me aguardar e aturar estas palhacadas... E ter esperanca: depois do Octávio veio o Mourinho. Depois deste há-de vir algum bastante bom!

PS: Só referi o CL porque acho que um clube como o FCP nao se pode contentar só com campeonatos. Mas nao esqueco que já lá vao nove pontos em 11 jogos, mais algumas inexplicáveis vitórias tangenciais e sofridas. E uma derrota em casa com o SLB !

sábado, novembro 19, 2005

Sémen

"Sémen, semente dum corpo que cai, do corpo da gente. Velha disputa do sexo, nunca é quem se espera, terá isso nexo? Será menino ou menina? Ao pai pouco importa, é mais um anexo.
Bem, ninguém vê o que tem só vê o que não tem..."

X&P

O Tiago já vive, mas só nos vamos conhecer em Fevereiro. Estou ansioso. Só espero que ele goste tanto de ser meu filho como eu sempre quis de ser pai dele.

Nevermind

... Nem por isso. Tive um pesadelo estranho. Imagina que estava na cadeira do dentista e apareceu uma velha de bata vermelha com um emblema do benfica que me queria arrancar todos os dentes e sem anastesia porque o fornecedor Elos24 estava em ruptura. Felizmente apareceu uma massagista de bata branca para me salvar. Lutaram muito e a certa altura ela consegue chegar ao leitor e poe um CD mágico a tocar. A velha ao ouvir música evaporou-se e desapareceu. Estava salvo, mas a massagista ficou ferida no pescoço. Aproximei-me, ouvi uma campainha e flash! Acordei. Era a Joaquina, a doméstica. Fui abrir a porta e ela corou ao ver-me ali. Sem perceber, baixei a cabeça e vi que o pijama do Noddy tinha desaparecido. Ouço o cuco e, novo flash!. Era o meu telemóvel. Agora sim, estava acordado e abri a água do chuveiro....

terça-feira, novembro 15, 2005

Brain Death

Surgiu, há algumas semanas, um relatório do Banco Mundial sobre o chamado Brain Drain: a "fuga" de trabalhadores qualificados para o exterior.

Naturalmente sou bastante sensível a esta questão, por entrar nesta definição de trabalhadores qualificados (com formação ao nível do ensino superior) e estar desde há um ano no estrangeiro.

Apesar de tudo, no meu caso, considero que não se trata bem de "estar no estrangeiro", por estar em Bruxelas. Sendo Bruxelas a capital europeia, não é mais do que uma extensão dos nossos próprios países. Não será muito diferente de, como acontece num conjunto de profissões, alguém ter de se mudar para Lisboa, pelo facto de esta ser a capital do País.

O relatório, do qual tive conhecimento através do "Sob a Estrela do Norte" refere que 19,5% dos quadros técnicos portugueses vivem no estrangeiro. Aprofudando a questão, encontro no Portugal Diário um artigo sobre o tema e achei curiosos os comentários que lá se podem ler.

Aparte algumas excepções, são bastante depreciativos para o país e para o estado das "coisas". Pior, parece-me que esse estado de espírito é, neste momento, dominante em Portugal.

Já havia sentido isso quando decidi aceitar um trabalho em Bruxelas. Desde familia a amigos, ouvi comentários de que fazia muito bem, de que o país já não interessava a ninguém e que se podessem fariam o mesmo.

Não foi por isso que deixei o o país. Deixei-o por uma questão de realização pessoal. Há bastantes anos que sentia necessidade de uma experiência no estrangeiro, de viver uma experiência profissional intercultural, de alargar horizontes. Isso não o podia fazer em Portugal porque é o meu país e não por causa do estado do mesmo.

E julgo que de facto esta experiência me ajuda a alargar horizontes, nomeadamente contactando com realidades diferentes, mesmo que através de entrepostas pessoas.

Isto para dizer que cada vez mais me convenço de que se geram um conjunto de mitos sobre a situação em Portugal em comparação com o estrangeiro. Apenas porque muitos dos problemas que vivemos em Portugal existem também em outros países.

Posso referir que ainda há algumas semanas discutiamos estas questões com um finlandês em que ele referia, entre outros, problemas provocados por baixas remunerações (para o standard do país) em profissões qualificadas ligadas ao sector público, como acontecia com professores ou enfermeiros.

Na Bélgica, nos finais de Outubro, houve uma greve geral, além de várias parciais, principalmente no sector dos transportes, essencialmente devido ao corte nas regalias sociais e alterações ao regime de reformas.

Na Espanha a taxa de desemprego, não só entre licenciados (embora esteja a descrescer) é das mais altas da Europa e continua a ser um drama nacional. Tal como os problemas com a habitação, devido a um crescimento brutal dos preços, derivado da especulação imobiliária, principalmente nos ultímos dez anos.

No Reino Unido o abandono escolar e a delinquência juvenil (abuso de àlcool e drogas) são um pesadelo irresolúvel para os políticos de sucessivos Governos.

Já para não referir aos problemas que se têm verificado em França, que rapidamente se alastraram a outros países europeus.

Chega?

Para mim o problema em Portugal é que vivemos a olhar para o lado, cobiçando o que os outros têm e nós não, sejam os outros países da UE ou habitantes do bairro.

Penso que no início da integração europeia sentiamos o contentamento de vermos as coisas melhores de ano para ano. A determinado momento passamos a olhar para o lado, frustando-nos pela comparação entre o que os outros tinham e nós não. E assim continuamos...

Acho que nos faz falta parar e gozar o que já temos, aproveitando para descobrir o que é essa coisa de viver feliz. E então, calmamente, contribuirmos para corrigir os podres que nos rodeiam!

Isto tudo porque receio que o nosso problema não esteja no "Brain Drain" do país, mas numa lenta e angustiante morte cerebral!


P.S.: Estando em Bruxelas, arrisco-me ao comentário, que recebo por vezes aquando de discussões similares: "Isso é muito fácil de dizer estando fora". É, é mais fácil de dizer porque acho que a distância nos ajuda a ver algumas coisas com mais claridade.

Ao perto perdemos muitas vezes a perspectiva...

domingo, outubro 23, 2005

Já mexem...

É verdade, já mexem... as presidenciais, claro.

Finalmente temos o candidato da direita, falta saber se ainda há mais da esquerda (também, tendo em conta a fartura, mais um ou menos um deve dar ao mesmo).

E começa tudo a efervescer: as notícias nos jornais, os comentários dos opinadores de serviço, as postas na blogosfera. Não posso afirmar (porque estou longe), mas imagino que nas conversas de café também já se fala, entre dois jogos da bola, claro!

No meio destas movimentações, a sociedade (quase) civil organiza-se.

Reedita-se o "Soares é fixe", agora na forma de Super-Mário (sim, o dos brodas), num blog que parece mais de ataque a Cavaco que de apoio a Soares.

Consta que em Coimbra, entre as hostes estudantis, se vai mexendo o MFA - Movimento Força Alegre, em apoio ao quasi-eterno candidato a candidato, poeta, escritor, deputado e lutador pela liberdade, Manuel Alegre.

A direita é que não é muito destas coisas. Mas não é de admirar que apareçam também com alguma coisa na manga, "assim a modos de" parecerem modernos...

Vai ser bom de ver, ai isso vai!

Afinal, quem precisa de "reality-shows"?

Gato Escaldado...

Dizemos nós, o povo, que gato escaldado de àgua fria tem medo.

Por isso tenho um pouco o pé atrás com esta estória do inquérito ao assassinato de Rafic Hariri. Desde o início se lançaram suspeitas sobre os sírios, com todo o impacto que teve no libano, inclusivé com a retirada de tropas por parte do governo sírio.

Pareceu-me, a mim e a muitos mais, que os sírios tinham dado um tremendo tiro no pé.

Hoje, após este inquérito da UN, vejo os EUA muito excitados, pedindo reuniões de urgência do Conselho de Segurança. Não sei o que pensar, mas é aqui que entra o ditado. Não confio mais nos estado-unidenses que nos sírios, mas os primeiros não são flor que se cheire.

Ou não andassem há já algum tempo a criticar a apoio sírio a rebeldes iraquianos... Terão agora encontrado (ou criado) o pretexto que precisavam...?

terça-feira, outubro 04, 2005

112 anos...

Eu sei que já vem tarde (ultimamente não tenho acertado com os aniversários), mas cá está um presente original: Ode ao Lampião

[via Ursolândia]

sábado, outubro 01, 2005

O grande Porto do Adriaanse?

"Este não é o grande Porto de Mourinho" diz Co Adriaanse, citado pel'O Jogo.
Sim, isso já sabemos! E ninguém lhe pediu isso. O que lá vai, lá vai!, diz o povo sabiamente.

O que queremos saber é se este é ou vai ser o grande Porto do Adriaanse.

"Preciso de ensinar os meus jogadores a pensar mais em defender, em determinados momentos. Isso, repito, é uma questão de tempo e de experiência."
Afinal parece que estamos todos se acordo. Mas então porque se inquieta? Ninguém pediu a cabeça dele. Ninguém disse que não gostava do futebol de ataque. Apenas se criticou o comportamento da equipa na defesa e na gestão do resultado. Tal como ele constatou...

"A responsabilidade é minha, mas se olharem para a equipa só três jogadores pensam em defender: o Vítor Baía, o Ricardo Costa e o Bruno Alves."
Isto é uma crítica, uma constatação ou uma acusação? É assim porque ele quer ou porque acontece? Duma ou doutra forma, só lhe cabe a ele corrigir isso.

"Penso que não há nenhum clube do Mundo melhor organizado nas bolas paradas do que o FC Porto."
Mas com frases destas é que a porca torce o rabo. Presunção e àgua benta... Então se é assim como sofremos golos de bolas paradas? É a mesma estória do que sucede em relação ao ataque.

Sim, porque há uma direrença muito grande entre eficiência e eficácia. Não duvido que até possa ser mais eficiente, mas em termos de eficácia vem-me à cabeça o Porto ou o Chelsea de Mourinho e um par de equipas italianas.

Precisa de tempo? Muito bem. Mas o tempo é um bem precioso. Use-o bem!

quarta-feira, setembro 28, 2005

VERGONHA!!!

Não acho que seja um gajo violento, mas hoje apetece-me bater em alguém. Acho que bastava que me dessem um pequeno encontrão para espetar dois socos sem olhar a quem.

E isto por causa da merda da bola e desse futebol espectáculo do Sr. Co Adrianse.

De certeza que os eslovacos do Artmedia, quando aprenderem a ler e a escrever, vão registar em lápides a data do aniversário do FCP com a inscrição "Nós fomos ao Estádio do Dragão festejar o 112º aniversário do FCP. Obrigado Sr. Adrianse".

Não acredito nem quero acreditar. Fazer 10 pontos em 4 jogos, quando ainda faltam 2 com o Inter. Se continuarmos a sofrer um golo por cada dois ataques do adversário, vamos ser o bombo da festa e ficar tristemente na história como o Anderlecht na época passada.

Futebol espectáculo é ganhar jogos. Com isto o Sr. Co quase me faz um acérrimo defensor do catennagio italiano. O Inter tem dois golos marcados e já é líder destacado do grupo.

Nós com 4 temos zero pontos! Zero! Zerinho!

Por isso quero bater em alguém e começo já a listar preferências:
- Co Adrianse
- César Peixoto
- Co Adrianse
- Ricardo Costa
- Co Adrianse
- Bosingwa
- Co Adrianse
- McCarthy
e já agora Mc Carthy mais uma vez, porque ao que não correu hoje, é porque tem bom corpo para apanhar a dobrar.

PQOP. Palhaços. GFDP. De uma vantagem de dois-zero e promessa de goleada à eliminação precoce da Champions League. GFDP. Palhaços. PQOP.

sábado, setembro 17, 2005

Despedidas...

Pois é, está tudo sossegado. Sossegado? Sossegado não, porque uma aldeia de ... Ups, isto não é para aqui.

Pois é, está tudo sossegado. Sossegado? Sossegado não, diria antes compenetrado.

Compenetrados na despedida...

É que há sempre algo de estranho nas despedidas! Não só pela nostalgia do que se deixa para trás, mas a ansiedade e incerteza do que nos fica pela frente.

Esta despedida, por exemplo, deixa-me com bastante ansiedade. Pelo menos em relação ao gozo que me vai dar contribuir para uma noite memorável do amigo Zé...

Pelo menos nesta despedida haverá muita coisa, alguma até incerta, não haverá é decerto nostalgia.

Ah, pois!

Um fdp dum abraço e até logo!

segunda-feira, setembro 05, 2005

Inadaptados

O Maniche cansou-se.

Acho que percebeu que Moscovo está tão longe de Portugal como o Dínamo da Alemanha. Agora, apenas em dois meses?

Eu devo dizer que de certa forma o percebo. Primeiro porque sei que não é fácil adaptarmo-nos a uma realidade diferente da nossa. E a minha nova realidade não é tão diferente como a nova realidade dele...

Depois porque, dos poucos dias que estive em Moscovo, tanto em trabalho como em visita, vi uma realidade que para nós é no mínimo estranha!

Confesso que me senti aliviado quando voltei. Aquilo mexeu um bocado com a minha “zona de conforto”...

É uma cidade impressionante (18 milhões) e é a terra de todos os contrastes:
- do velho sistema soviético com um capitalismo desenfreado;
- das pessoas cosmopolitas com os provincianos;
- dos monumentos “overwhelming” aos bairros de lata
- das pessoas simpáticas com os maiores escroques (pior, acho que todas as pessoas simpáticas se tornam escroques quando toca a tratar de dinheiro).

A juntar a isto a xenofobia de que ele fala para com futebolistas estrangeiros, não deve ser de facto fácil.

Mas o que será que diz o Costinha?

Esse, às tantas, já está metido em negócios do petróleo e não deve querer outra coisa...

domingo, setembro 04, 2005

À Descoberta

Admito a surpresa ao visitar o Cantinho da Santinha e vê-lo já tão concorrido.
Estas coisas das novas tecnologias e derivados são questões que abordo um pouco como a Coca Cola: "primeiro estranho, depois entranho".
Aqui estou.
Entrei, olhei, surpreendi-me com a quantidade de mensagens e hesitei, não sabia se podia, se devia, se sabia como mexer nela (no feminino "Matriosca" sempre soa melhor que no masculino "Blog").
Esta é ainda a fase do deslumbre em que se tem o máximo cuidado com o que se escreve, não se quer ser demasiado vulgar, nem dar-lhe um ar excesivamente frio e distante. Solução: escrever sobre o processo de envolvimento em tal coisa.
É suposto ser algo íntimista que nos identifique mas ao mesmo tempo algo cuidadoso por nos expor ao mundo, graças a isto do virtual.
Este exercício da Matriosca é um desafio interessante pois permite-nos manter algum contacto e algum diálogo que as condicionantes (não encontro melhor palavra) do dia a dia não nos permitem actualizar pessoalmente com aqueles que mais queremos. Por outro lado, e felizmente, o facto de nos expor perante os mais curiosos evita que substitua na totalidade a intimidade que só um jantar, uma garrafa de whisky, uma conversa a meia luz pela noite dentro nos faz desembrulhar os pensamentos e os sentimentos mais nossos e que com gosto e às vezes a custo confessamos.

Prometo na próxima aligeirar o discurso.

Aquele FDP de abraço que adoramos.

sexta-feira, setembro 02, 2005

Caramba, a solução de todos os problemas!

E se tiveres um problema qq o professor Caramba resolve... ou não...!

Basta um simples telefonema, até para afastar o mau olhado deitado pela internet...

um bem haja para o Blog

Quero felicitar o Pedro pela prontidão em criar este blog e toda a nossa comunidade (palmas,palmas, fdp's de abraços)


Sugiro que façamos um convite ao Manuel Alegre para escrever nele para ver se o gajo anima (parece que lhe andaram a fazer umas coisas não sei o quê e o camandro e tal...).

Saudations

terça-feira, agosto 30, 2005

Destinos...


Oh pá, é naquela! Eu não me vou casar nem nada, mas este parece-me um destino porreiro para uma lua-de-mel!
Agora, se quem estiver à procura preferir destinos mais próximos tem sempre outras alternativas.
Já lá vão uns aninhos que estive nestes sítios, mas parecem-me hipóteses muito porreiras.
Mas há por aí gente bastante viajada que de certeza pode dar algumas sugestões melhores... ou isto toca só aos padrinhos?

Novas Vagas

Para aqueles que participaram na Convenção da Santinha (24 Horas TMN): lembram-se dos Nouvelle Vague e da docemente hipnótica vocalista Marina Celeste?

Como sabem, gostei muito (do grupo e obviamente da vocalista), procurei o CD e não encontrei. Entretanto esqueci-me. Há uns tempos, num restaurante, ouvi uma das músicas que mais gostei: uma versão do "I just can't get enough" dos Depeche Mode. Deu-me uma vontade tremenda de voltar a ouvi-los, por me parecerem excepcionais as adaptações que fazem, inspiradas na bossa nova. Nova procura, novo insucesso.

Ontem, ao regressar, tinha como prenda nada mais nada menos do que o CD deles.

Obviamente, devorei o CD, mas "I just can't get enough" ...

Experimentem!